
O Programa Ceará Sem Fome está prestes a inaugurar 50 novas cozinhas comunitárias nos próximos dias. Com isso, somando-se às 13 já em atividade na Capital Fortaleza, o programa alcançará a marca de 63 equipamentos em todo o estado. Além disso, de acordo com o Executivo estadual, a região contará com um total de 1.298 cozinhas comunitárias, que distribuem diariamente 100 refeições prontas a pessoas que vivem em situação de extrema pobreza.
Além do objetivo de combater a fome e promover a segurança alimentar, as Cozinhas Ceará Sem Fome têm desempenhado o importante papel de aproximar a população mais vulnerável. Por meio dessas unidades, é possível identificar indivíduos que não possuem registro civil, impossibilitados, assim, de usufruírem dos benefícios do sistema de saúde e de educação.
No entanto, o programa vai além do atendimento emergencial, visando também ações estruturantes que promovam a geração de emprego e renda para os beneficiários do Cadastro Único (CadÚnico). Para isso, o Ceará Sem Fome estabelece um pacto entre o poder público, a sociedade civil e entidades privadas, buscando impulsionar a inclusão social e o desenvolvimento pessoal.
No âmbito da estruturação do programa, destaca-se a criação do Comitê Intersetorial de Governança do Programa, que envolve 15 secretarias estaduais, o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), a Cruz Vermelha, o Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) e representantes da sociedade civil. Essa articulação intersetorial tem como objetivo a elaboração, monitoramento e avaliação de políticas voltadas ao combate à fome e à promoção da igualdade social.
O Programa Ceará Sem Fome reflete o compromisso do governo estadual em garantir o direito básico à alimentação para todos os cidadãos cearenses. Com a ampliação do número de cozinhas comunitárias, a iniciativa fortalece o acesso à comida e contribui para a dignidade e bem-estar daqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade. A parceria entre os diferentes atores envolvidos é fundamental para assegurar um programa eficiente e sustentável, que promova a inclusão e melhore a vida das pessoas que mais precisam.





