
Os vereadores alegaram falta de relação institucional do Executivo com o Legislativo, problemas na gestão e a necessidade de investigar as acusações feitas pela denunciante, a assistente social Bruna de Sousa Pereira.
Apenas o vereador Renato Catunda votou contra a abertura do processo, alegando ser uma “manobra política para manchar a imagem da prefeita”.
Após a votação, foi sorteada a comissão processante responsável por conduzir a apuração dos fatos nos próximos 90 dias.
A denúncia cita irregularidades em um chamamento público para escolha de entidade que trabalhou na Exposição Agropecuária, pagamento dessa entidade horas após decisão judicial que suspendeu o processo, pagamento de combustível para ônibus escolares via Secretaria de Agricultura e falta de medidas para regularizar o transporte escolar, conforme recomendação do Ministério Público.
Lígia Protásio terá até 5 dias para ser notificada e 10 dias para apresentar sua defesa prévia. Até o momento, ela não se posicionou oficialmente, apenas compartilhando postagens de apoiadores nas redes sociais.
O processo de cassação, se concretizado, pode afastar a prefeita interina do cargo.
(Com Thiago Rodrigues)





