Total de 1.176 pessoas morreram em decorrência de lesões no trânsito do Ceará, de acordo com dados de boletim epidemiológico da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) divulgado no dia 25 de maio. O número representa uma queda de quase 5% em relação ao registrado em 2020 e corresponde ao sétimo ano consecutivo de queda do índice, desde 2014. Até abril de 2022, os registros parciais indicam que já foram contabilizadas 267 mortes no Estado.
Quase metade dos registros de morte no trânsito de 2021 — 580 de 1.176 (49,3%) — foram de motociclistas, público que vem se destacando como maior vítima do trânsito ao longo dos últimos anos. A edição mais recente do Relatório Anual de Segurança Viária de Fortaleza, publicada em 2019, apontou que houve uma redução do número de mortes de motociclistas na Capital, mas alertou que ainda há uma alta taxa de mortalidade quando comparada com cidades de países desenvolvidos, como Londres e Nova Iorque.
No Ceará, os jovens do sexo masculino estão entre as vítimas que mais morrem no trânsito, especialmente na faixa etária entre 20 e 29 anos, com 225 registros. No mesmo intervalo etário, 39 pessoas do sexo feminino morreram. Após os motociclistas, os ocupantes de automóvel, pedestres e ciclistas registraram os maiores índices de mortes no trânsito, com 168, 134 e 34 registros, respectivamente.
Já em relação ao número de internações por lesões de trânsito, houve um aumento de 13,8% — passando de 11,2 mil em 2020 para 12,7 mil em 2021. A proporção do número de óbitos comparado às internações tem apresentado uma tendência de redução entre os anos de 2015 a 2022, conforme os dados divulgados pela Sesa. A pasta alerta, no entanto, que as estatísticas de morbimortalidade (internações e óbitos) ainda são altas.
Entre as regiões do Estado, os maiores índices são contabilizados proporcionalmente no Norte, onde a taxa bruta de mortalidade chegou a 29,4 por 100 mil habitantes em 2021. Na sequência, aparecem o Litoral Leste/Jaguaribe (21,7), Sertão Central (20,6) e Sul (14,9). A macrorregião de Fortaleza apresenta as menores estatísticas, com taxa de 4,2 e quedas consecutivas do indicador desde 2019.
No Ceará, os jovens do sexo masculino estão entre as vítimas que mais morrem no trânsito, especialmente na faixa etária entre 20 e 29 anos, com 225 registros. No mesmo intervalo etário, 39 pessoas do sexo feminino morreram. Após os motociclistas, os ocupantes de automóvel, pedestres e ciclistas registraram os maiores índices de mortes no trânsito, com 168, 134 e 34 registros, respectivamente.
Já em relação ao número de internações por lesões de trânsito, houve um aumento de 13,8% — passando de 11,2 mil em 2020 para 12,7 mil em 2021. A proporção do número de óbitos comparado às internações tem apresentado uma tendência de redução entre os anos de 2015 a 2022, conforme os dados divulgados pela Sesa. A pasta alerta, no entanto, que as estatísticas de morbimortalidade (internações e óbitos) ainda são altas.
Entre as regiões do Estado, os maiores índices são contabilizados proporcionalmente no Norte, onde a taxa bruta de mortalidade chegou a 29,4 por 100 mil habitantes em 2021. Na sequência, aparecem o Litoral Leste/Jaguaribe (21,7), Sertão Central (20,6) e Sul (14,9). A macrorregião de Fortaleza apresenta as menores estatísticas, com taxa de 4,2 e quedas consecutivas do indicador desde 2019.
No Ceará, os jovens do sexo masculino estão entre as vítimas que mais morrem no trânsito, especialmente na faixa etária entre 20 e 29 anos, com 225 registros. No mesmo intervalo etário, 39 pessoas do sexo feminino morreram. Após os motociclistas, os ocupantes de automóvel, pedestres e ciclistas registraram os maiores índices de mortes no trânsito, com 168, 134 e 34 registros, respectivamente.
Já em relação ao número de internações por lesões de trânsito, houve um aumento de 13,8% — passando de 11,2 mil em 2020 para 12,7 mil em 2021. A proporção do número de óbitos comparado às internações tem apresentado uma tendência de redução entre os anos de 2015 a 2022, conforme os dados divulgados pela Sesa. A pasta alerta, no entanto, que as estatísticas de morbimortalidade (internações e óbitos) ainda são altas.
Entre as regiões do Estado, os maiores índices são contabilizados proporcionalmente no Norte, onde a taxa bruta de mortalidade chegou a 29,4 por 100 mil habitantes em 2021. Na sequência, aparecem o Litoral Leste/Jaguaribe (21,7), Sertão Central (20,6) e Sul (14,9). A macrorregião de Fortaleza apresenta as menores estatísticas, com taxa de 4,2 e quedas consecutivas do indicador desde 2019.
(O POVO)






