O Governo do Ceará não mede esforços para que a vacina contra a Covid-19 chegue aos braços dos cidadãos o mais breve possível. Desde o início da campanha de vacinação, ainda em janeiro deste ano, foi estabelecida uma logística eficiente, coordenada pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), que garante que os imunobiológicos sejam entregues às 22 Áreas Descentralizadas de Saúde em menos de 24 horas depois das chegadas dos lotes enviados pelo Ministério da Saúde.
A explicação para esse esforço, que também inclui compra direta e negociação junto às fabricantes de vacina, está no entendimento da imunização da população como principal ação para o combate à pandemia. Passados 21 meses do registro do primeiro paciente confirmado de Covid-19 no Ceará, os números de óbitos e casos estão no momento mais controlado, e essa queda dos indicadores ocorre simultaneamente ao momento em que a vacinação ganhou impulso. Não é mera coincidência.
“A eficácia da vacina em doenças contagiosas está comprovada há décadas. Com a Covid-19 não seria diferente. Apesar do tempo exíguo para o desenvolvimento dos imunobiológicos, sempre acreditamos que o avanço da vacinação seria um divisor de águas para o enfrentamento da pandemia no Brasil, que é referência mundial nas campanhas de imunização, e para o controle da doença.
O SUS [Sistema Único de Saúde] está preparado para avançarmos ainda mais. E, para isso, é fundamental que a população se mantenha vacinada contra a Covid-19. Tome a sua primeira, segunda ou dose de reforço. Somente assim poderemos manter o controle da pandemia e reduzir ainda mais os índices de infecção, internação e óbitos”, afirma a infectologista Tânia Mara Coelho, secretária executiva de Atenção à Saúde e Desenvolvimento Regional da Sesa.
Gráfico desenvolvido pela Secretaria Executiva de Vigilância e Regulação (Sevir) da Sesa também comprova a eficácia da vacina. Foram cruzados os números de casos e óbitos confirmados por Covid-19 no Ceará em cada uma das 53 Semanas Epidemiológicas de 2020 e 2021. Os números mostram que o primeiro semestre deste ano é quando há o pico mais substancial da pandemia, com maior número de óbitos e casos.





