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Aumento de casos de Covid-19 no Ceará reforça importância da vacinação

Com a alta nos casos de Covid-19 no Ceará, a Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) reforça o alerta para a população pertencente aos grupos de risco: a imunização é essencial para evitar complicações graves. A vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) é monovalente e atualizada para proteger contra as variantes predominantes, principalmente as derivadas da ômicron.

Quem ainda não recebeu nenhuma dose pode garantir a imunização com apenas uma aplicação do novo imunizante. Já aqueles que já foram vacinados anteriormente devem estar dentro dos grupos prioritários para receber a dose de reforço:

  • Crianças de 6 meses a menores de 5 anos
  • Pessoas com 60 anos ou mais
  • Pessoas com deficiências permanentes
  • Moradores de instituições de longa permanência (ILPI e RI)
  • Pessoas imunocomprometidas
  • Indígenas em terras indígenas e fora delas
  • Ribeirinhos e quilombolas
  • Gestantes e puérperas
  • Trabalhadores da saúde
  • Pessoas com comorbidades
  • Pessoas privadas de liberdade e funcionários do sistema prisional
  • Adolescentes e jovens em medidas socioeducativas
  • Pessoas em situação de rua

De acordo com Ana Karine Borges, coordenadora estadual de Imunização da Sesa, o Ceará recebeu, na última quinta-feira (28), um lote com 8 mil doses da vacina, das quais 1.755 foram destinadas à rede de saúde de Fortaleza.

Embora crianças estejam entre os mais vulneráveis a complicações, a adesão à vacinação permanece insuficiente. Apenas 48% das crianças no Estado têm o esquema vacinal completo. Para aumentar a proteção, é recomendada a aplicação da primeira dose a partir dos seis meses de idade, seguida da segunda dose após um intervalo de quatro semanas.

Idosos, gestantes, puérperas e pessoas imunodeprimidas devem realizar reforços a cada seis meses. Para os demais grupos prioritários, a vacinação anual é suficiente para garantir proteção.

O aumento da circulação do vírus é um alerta para a população priorizar a vacinação, especialmente os mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com condições de saúde preexistentes.

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