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Vidas que cuidam de vidas: profissionais da Enfermagem são símbolo de força e amor

Muitos desafios têm sido impostos (e enfrentados) por todos durante a pandemia de Covid-19. Mas já parou para avaliar o impacto que a doença causa na vida de profissionais que atuam na linha de frente? A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), neste 12 de maio, Dia da Enfermagem, além de parabenizar e agradecer pelo trabalho desempenhado por enfermeiros e técnicos neste contexto, ouve aqueles que estão se doando para cuidar de quem mais precisa.

Reinvenção, desafio, força, cuidado e amor fazem parte do vocabulário desses profissionais para descrever a rotina de uma profissão tão importante. Maria Roselise Bezerra Saraiva, de 44 anos, enfermeira no Hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), conta que trabalhar na linha de frente, apesar de desafiador, é prazeroso e faz com que todas as áreas da Enfermagem ressignifiquem as práticas diárias. “Ser enfermeira é uma escolha de vida. Durante a pandemia, passamos por grandes desafios, devido às restrições, à ausência da família junto aos pacientes. Fomos nos adequando de acordo com os protocolos e exigências. Tivemos que nos reinventar”, diz.

Enfermeira Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar (HMJMA), Sônia Barroso, de 63 anos, avalia a Enfermagem como uma área fundamental no cuidado e na assistência aos pacientes. “É o enfermeiro ou enfermeira que administra tudo do paciente durante a sua permanência no hospital. Do horário do banho, da medicação, ao chamado do psicólogo quando percebemos que necessitam de apoio. Sem o profissional da Enfermagem, o serviço não funciona”.

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