Agradecimento. Esta foi a palavra mais ouvida durante a solenidade de inauguração do Sistema de Abastecimento de Água, na manhã desta quinta-feira (20), na comunidade de Santa Luzia, município de Crateús.
Acompanhado do secretário executivo da pasta do Desenvolvimento Agrário, José Leite, e do secretário da Infraestrutura de Crateús, Agileu Nunes; vereadores e líderes comunitários, o secretário-chefe da Casa Civil, Nelson Martins, representou o governador Camilo Santana no evento.
Martins destacou a relevância da ocasião. “Você inaugurar uma obra hídrica que vai beneficiar 563 famílias é muito importante. Não tem coisa melhor do que a gente contribuir para melhorar a direta e indiretamente a vida das pessoas”, comentou.
Além das comunidades de Santa Luzia/Barro Vermelho, com 156 famílias; foram contempladas as comunidades de Curralinho do Thomaz, com 108 famílias; Várzea da Grota, com 47 famílias; Ipajucá/Pau-Ferro, com 83 famílias; Rosário, com 44 e Cajazeiras, com 98 famílias serão assistida pelos sistema, com a colaboração da Cagece e da Sohidra. O total do investimento para atender às 563 famílias soma R$ 2.693.230,88.
“Lembrando que, no próximo ano o governador virá inaugurar a estrada dos Tucuns, aqui em Crateús. E a estrada do Realejo está em fase de projeto pelo DER”, concluiu o secretário.
“Quero confraternizar com todas as comunidades que fazem parte desse projeto Ceará 3 e dizer que o projeto se estende a todo estado do Ceará. Em nome do prefeito Marcelo Machado a gente fica congratulado e feliz em fazer parte desse projeto, que faz com que o homem do campo se estabeleça mais ainda no interior”, ressaltou o representante do prefeito, Agileu Nunes.
Reconhecimento do povo
O morador e representante da comunidade de Várzeas da Grota, Gonçalo Pereira Martins, de 58 anos, não escondeu a gratidão que sente por ter recebido o benefício. “A nossa realidade melhorou muito. A água é boa, o abastecimento está ótimo. Nós temos que agradecer, primeiro a Deus e depois a esse rapaz que vem fazendo muito pelo nosso estado, que é o Camilo. Há 20 anos atrás, água era na cacimba, na cabaça e no lombo do jumento”, destacou o agricultor.






