
Uma operação integrada entre Polícia Civil, Polícia Militar, Ministério Público e Conselho Tutelar resultou na prisão de cinco pessoas suspeitas de envolvimento em crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes no município de Boa Viagem. A ação faz parte da quarta fase da “Operação Infância Perdida”, deflagrada na manhã desta terça-feira (18).
Durante a operação, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e três de monitoramento eletrônico. O trabalho foi coordenado pelo delegado Gelson Luiz Almeida Pinto, titular da Delegacia Municipal de Boa Viagem, e pelo promotor de Justiça Alan Moitinho Ferraz, da 2ª Promotoria de Justiça do município. Segundo as autoridades, a iniciativa visa reprimir práticas criminosas que atingem diretamente a população infantojuvenil.
Desde o início da “Operação Infância Perdida”, em agosto deste ano, já foram cumpridos 21 mandados de prisão preventiva e cinco de monitoramento eletrônico. Os resultados demonstram o esforço conjunto das instituições para combater crimes contra vulneráveis na região.
As autoridades destacaram a relevância da operação no enfrentamento aos abusos sexuais praticados contra menores de idade. “A proteção da infância é uma prioridade absoluta”, afirmou o delegado Gelson Luiz. Ele ressaltou ainda que as investigações continuam em andamento para identificar outros possíveis envolvidos nos crimes.
O promotor Alan Moitinho Ferraz reiterou o compromisso do Ministério Público em garantir justiça às vítimas e suas famílias. “Essa é uma luta contínua, e não mediremos esforços para responsabilizar os culpados e prevenir novos casos”, disse.
A população pode contribuir anonimamente com informações que auxiliem nas investigações. Para isso, basta entrar em contato pelos canais oficiais das forças de segurança, como o Disque-Denúncia ou as redes sociais das instituições envolvidas. As denúncias são sigilosas e fundamentais para ampliar o alcance das operações.
A “Operação Infância Perdida” reforça a necessidade de vigilância e conscientização sobre os crimes que afetam crianças e adolescentes. Com a colaboração da comunidade e o trabalho integrado das autoridades, espera-se reduzir significativamente a incidência desses delitos na região.
As investigações seguem em curso para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados e que as vítimas recebam o apoio necessário para superar os traumas causados.





